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	<title>LabCulturaDigital</title>
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	<description>UFPR</description>
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		<title>Oficina na #TEIA apresenta conjunto de tecnologias disponíveis para Pontos de Cultura</title>
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		<pubDate>Wed, 21 May 2014 17:28:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[anapaulas]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Soluções tecnológicas desenvolvidas por Pontos de Cultura Digital para a rede do Programa Cultura Viva são apresentadas durante a Teia Nacional da Diversidade. Trata-se da oficina &#8220;Cardápio Cultura Digital&#8221;, que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Soluções tecnológicas desenvolvidas por Pontos de Cultura Digital para a rede do Programa Cultura Viva são apresentadas durante a Teia Nacional da Diversidade. Trata-se da oficina &#8220;Cardápio Cultura Digital&#8221;, que acontece nessa quinta-feira (22), das 14h às 18h na Sala Departamento de Artes 14 da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.</p>
<p>O objetivo da oficina é mostrar aos ponteiros algumas das diversas tecnologias desenvolvidas. Plataformas como o <a href="http://iteia.org.br/">iTeia</a>, o <a href="http://corais.org/">Corais</a>, a <a href="redelivre.org.br/">Rede Livre</a> e <a href="http://www.ganesha.org.br/">Ganesha</a> serão apresentadas e discutidas. Busca-se dessa forma divulgar ferramentas de gestão, comunicação, planejamento e participação que estão disponíveis e prontas para serem utilizadas e aprimoradas pelos Pontos de Cultura.</p>
<p>A atividade é convocada por organizações que atuam na área da Cultura Digital, como o Coletivo Soylocoporti (PR), a Produtora Colaborativa (PE), o Pontão Ganesha (SC), o Pontão Iteia (PE), o InterCidadania e o Instituto Ambiente em Movimento. Outras iniciativas digitais são convidadas a juntar-se ao debate, assim como os ponteiros interessados nas ferramentas. A cobertura compartilhada da oficina pode ser acompanhada pelo <a href="https://www.facebook.com/portaliteia">Portal iTeia </a>e via <a href="http://culturadigital.br/teiadadiversidade/tvteia">streaming</a>.</p>
<p><strong>#TEIA</strong> &#8211; A Teia Nacional da Diversidade 2014 acontece em Natal-RN de 19 a 24 de maio reunindo Pontos de Cultura e todas as ações vinculadas ao Programa Cultura Viva do Ministério da Cultura. Além de um grande encontro da diversidade cultural brasileira, a Teia tem como objetivo debater as políticas públicas para a cultura, em especial as de base comunitária.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
Oficina “Cardápio da Cultura Digital” durante a Teia Nacional da Diversidade<br />
Quinta-feira (22), das 14h às 18h<br />
UFRN, Sala Departamento de Artes 14.<br />
Mais informações sobre a oficina podem ser obtidas com João Paulo Mehl, pelo fone (41) 9627-5518, Pedro Jatobá, (81) 9900-9906, Thiago Skarnio, (48) 9113-1213.</p>
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		<title>Diversidade nas ruas, nos palcos e nos espaços de vivências da TEIA 2014</title>
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		<pubDate>Sun, 18 May 2014 16:08:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[anapaulas]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cultura digital]]></category>
		<category><![CDATA[teia]]></category>
		<category><![CDATA[teia digital]]></category>

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		<description><![CDATA[A TEIA da Diversidade, que começa nesta segunda-feira (19) em Natal (RN), tem atrações artísticas e oficinas confirmadas em todos os espaços. Teatro experimental, de rua e o minimalista teatro [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A TEIA da Diversidade, que começa nesta segunda-feira (19) em Natal (RN), tem atrações artísticas e oficinas confirmadas em todos os espaços.</p>
<p>Teatro experimental, de rua e o minimalista teatro de lambe-lambe, apresentado pela companhia paulistana Teatro de Caixeiros, estão confirmados na programação do encomtro.</p>
<p>Haverá também muita música e dança com os grupos Folia de Reis de Andrequicé (MG), Orquestra de Tambores de Alagoas, Berimbaus do Morro do Querosene (SP), Afoxé Babá Orixalá funfun de Pernambuco e o Carimbó do Marajó (PA).</p>
<p>O auditório da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) ganha ares de espaço audiovisual com a Mostra de Cinema Indígena e Indigenista e o departamento de educação física recebe o CineTEIA, que terá exibições de produções realizadas pelos integrantes da Rede Cultura Viva.</p>
<p>Entre as oficinas, destacam-se: as de audiodescrição e artes cênicas; intervenções urbanas pelos direitos da pessoa com deficiência; introdução à musicografia braile; e inventário participativo.</p>
<p>Já na RodAda Hacker, atividade da TEIA Digital, oficinas de criptografia e produção multimídia para o público feminino. Noções de mixagem, rádio comunitária, filmagem e fotografia estarão abertas para o público em geral, entre outras atividades de cultura digital. A programação completa das mostras e oficinas do encontro você confere <a href="http://culturadigital.br/teiadadiversidade/files/2014/05/teia2014progoficinas-e-mini-cursos.pdf">aqui</a>.</p>
<p>A TEIA Nacional da Diversidade 2014 vai até o dia 24 de maio. Quer saber mais sobre a programação ? Acesse: <a href="http://culturadigital.br/teiadadiversidade/programacao/">http://culturadigital.br/teiadadiversidade/programacao/</a></p>
<p><span style="font-size: 1em; line-height: 1.625em;">Texto: Ingrid Bezerra</span></p>
<p>Fonte: Cobertura Colaborativa / Pontão Ganesha</p>
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		<title>Regulação não é censura</title>
		<link>https://labculturadigital.org/2014/04/30/regulacao-nao-e-censura/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Apr 2014 15:31:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[anapaulas]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[censura]]></category>
		<category><![CDATA[direito à comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[marco civil da internet]]></category>
		<category><![CDATA[regulação]]></category>

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		<description><![CDATA[Rolou neste dia 29 de abril, na Reitoria da UFPR, um super encontro pra debater políticas de comunicação na América Latina. A ação foi realizada pelo Laboratório de Cultura Digital, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/files/2014/04/regulacao-nao-eh-censura.jpg"><img class="size-medium wp-image-7580 aligncenter" alt="regulacao nao eh censura" src="/files/2014/04/regulacao-nao-eh-censura-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Rolou neste dia 29 de abril, na Reitoria da UFPR, um super encontro pra debater políticas de comunicação na América Latina. A ação foi realizada pelo Laboratório de Cultura Digital, Soylocoporti, Setor de Educação UFPR, Frentex-PR &#8211; Comitê Paraná do FNDC e Intervozes.</p>
<p>Sob o provocativo título &#8220;Regulação não é Censura&#8221;, a mesa composta por Rachel Callai Bragatto, Gilberto Maringoni, Glauber Piva e Elson Faxina, sob mediação da profa. Nuria Pons, abordou questões como o regulação da internet, Ley de Medios da Argentina, TV Pública e o Projeto de Lei de Iniciativa Popular aqui do Brasil por uma mídia democrática.</p>
<p>A atividade abriu um leque de assuntos sobre a democratização da comunicação e conseguiu mostrar que o Marco Civil da Internet é uma conquista indiscutível para a sociedade, mas que precisamos continuar avançando quanto à regulação de outros meios, como tv e rádio.</p>
<p>Via Frentex-PR</p>
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		<title>O dia em que contra-acatamos</title>
		<link>https://labculturadigital.org/2014/02/11/the-day-we-fight-back/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Feb 2014 17:25:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vinícius Torresan]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Edward Snowden]]></category>
		<category><![CDATA[espionagem EUA]]></category>
		<category><![CDATA[NSA]]></category>
		<category><![CDATA[The Day We Fight Back]]></category>

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		<description><![CDATA[As revelações do whistleblower Edward Snowden nos forneceram detalhes perturbadores e a confirmação de alguns dos nossos piores temores sobre as práticas de espionagem da NSA e de seus parceiros. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">As revelações do whistleblower Edward Snowden nos forneceram detalhes perturbadores e a confirmação de alguns dos nossos piores temores sobre as práticas de espionagem da NSA e de seus parceiros. Juntamente com agências parceiras de pelo menos cinco países de língua inglesa (os Five Eyes), a NSA têm construído uma infraestrutura de vigilância global para “dominar a internet”. Com acordos sigilosos, operam à margem do Estado de Direito para varrer o conteúdo de comunicações eletrônicas em todo o mundo, no Brasil, inclusive. Entre muitas outras práticas, estão minando os padrões básicos de criptografia, espalhando malwares em computadores e ameaçando a própria espinha dorsal da Internet para recolher informações em massa de milhões de pessoas que nem são suspeitas de nenhum crime.</p>
<p dir="ltr">Mas usuários da rede em todo o mundo estão se unindo para impedir que a NSA e os seus cinco aliados arruinem a Internet, pois no dia 11 de fevereiro, as redes vão presenciar um protesto global para exigir um fim à vigilância em massa feita por qualquer país, em qualquer estado, independente de fronteiras ou políticas. Será “<a href="http://antivigilancia.tk/wiki/o_dia_que_contra-atacamos/inicio" target="_blank">O Dia Em Que Contra-Atacamos</a>”.</p>
<p dir="ltr">O movimento se inspira nos protestos contra o Stop Online Piracy Act &#8211; SOPA, que mobilizaram milhões de usuários da rede para impedir que esse projeto de lei entrasse em vigor. Em janeiro de 2012, graças à mobilização popular o projeto foi suspenso Naquele momento, conforme o ativista Aaron Swartz: “fomos os heróis de nossa própria história.”</p>
<p dir="ltr">Como participar:</p>
<p dir="ltr">1. Assine e divulgue os<a href="https://necessaryandproportionate.org/take-action/openmedia" target="_blank"> 13 Princípios</a> que explicam porquê a vigilância em massa é uma violação dos direitos humanos.</p>
<p dir="ltr">2. Crie: Desenvolva memes, ferramentas, websites, e faça tudo que puder pra encorajar outros a participar e mande para gente que ajudamos a replicar nas redes. Se precisar de inspiração, utilize nossa<a href="http://antivigilancia.tk/wiki/o_dia_que_contra-atacamos/recursos" target="_blank"> Central de Recursos</a>, tudo por lá é livre para você remixar ou replicar. Este texto mesmo pode ser copiado, colado ou modificado no seu site, replicando a mensagem.</p>
<p dir="ltr">3. “Compartilhar é cuidar”: Use todas as ferramentas das midias sociais, queremos fazer o maior barulho possível. Queremos que essa seja uma campanha global de verdade, com o envolvimento de todos os países. Quanto mais pessoas aderiem, mais os líderes mundiais ouvirão nosso pedido pra interromper a espionagem em massa nos domicílios e em outros países. A hashtag internacional será #thedaywefightback. Se quiser, pode utilizar algumas das<a href="https://quadpad.lqdn.fr/KcEETUOigF" target="_blank"> nossas sugestões de //tuítes//</a>.</p>
<p dir="ltr">4. Não se esqueça da pauta nacional: interaja nas rede com conteúdos pela aprovação de um #MarcoCivil da Internet que assegure os direitos à privacidade e liberdade de expressão; demande do nosso governo que o Ante-Projeto de Lei de Dados Pessoais seja encaminhado ao Congresso Nacional, etc.</p>
<p dir="ltr">5. Vá além: planeje suas próprias ações e se comprometa com elas. E aí, conte seu plano pra gente, pra podermos linkar e retransmitir seus esforços.</p>
<p dir="ltr">No Brasil, já aderiam:</p>
<p dir="ltr"><a href="http://antivigilancia.tk/wiki/o_dia_que_contra-atacamos/inicio" target="_blank">Oficina Antivigilância</a> (<a href="http://twitter.com/antivigilancia" target="_blank">@antivigilancia</a>),</p>
<p dir="ltr"><a href="http://meganao.wordpress.com/" target="_blank">Movimento Mega</a> (<a href="https://twitter.com/mega_nao" target="_blank">@mega_nao</a>),</p>
<p dir="ltr"><a href="http://artigo19.org/" target="_blank">Artigo 19</a> (<a href="https://twitter.com/artigo19" target="_blank">@artigo19</a>)</p>
<p dir="ltr"><a href="http://direitorio.fgv.br/cts" target="_blank">Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas</a> (<a href="https://twitter.com/cts_fgv" target="_blank">@CTS_FGV</a>)</p>
<p dir="ltr"><a href="http://intervozes.org.br/tag/tv-digital/" target="_blank">Intervozes</a> (<a href="https://twitter.com/intervozes" target="_blank">@intervozes</a>)</p>
<p dir="ltr"><a href="http://www.idec.org.br/" target="_blank">Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – IDEC</a> (<a href="https://twitter.com/idec" target="_blank">@idec</a>)</p>
<p dir="ltr"><a href="http://www.coletivodigital.org.br/" target="_blank">Coletivo Digital</a> (<a href="https://twitter.com/coletivodigital" target="_blank">@coletivodigital</a>)</p>
<p dir="ltr"><a href="http://www.proteste.org.br/" target="_blank">Proteste</a> (<a href="https://twitter.com/proteste" target="_blank">@proteste</a>)</p>
<p dir="ltr">Trata-se de um movimento aberto, em que toda organização é bem vinda, basta enviar um twitter para @antivigilancia que sua organização será adicionada nas informações da campanha nacional, em integração com o fluxo de informações dos parceiros internacionais. No âmbito global, a campanha é coordenada por organizações dos quatro cantos do mundo no<a href="https://thedaywefightback.org/" target="_blank"> “The Day We Fight Back”</a>.</p>
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		<title>Lab abre consulta pública sobre o seu plano de trabalho 2014</title>
		<link>https://labculturadigital.org/2014/01/31/lab-abre-consulta-publica-sobre-o-seu-plano-de-trabalho-2014/</link>
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		<pubDate>Fri, 31 Jan 2014 20:58:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rachel Callai Bragatto]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[consulta pública]]></category>
		<category><![CDATA[delibera]]></category>
		<category><![CDATA[lab]]></category>
		<category><![CDATA[laboratório de cultura digital]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[Embora o Laboratório de Cultura Digital seja um projeto bastante recente, iniciado em outubro de 2013, sua jornada foi bastante produtiva. Entre ações de articulação, formação e desenvolvimento de tecnologias, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Embora o Laboratório de Cultura Digital seja um projeto bastante recente, iniciado em outubro de 2013, sua jornada foi bastante produtiva. Entre ações de articulação, formação e desenvolvimento de tecnologias, foram atingidas 276 organizações e realizadas 21 atividades em 11 cidades &#8211; atingindo um total de 513 pessoas diretamente (veja matéria completa de balanço <a href="/2014/01/17/balancos-e-perspectivas-da-atuacao-do-lab-na-cultura-digital/" target="_blank">aqui</a>).</p>
<p dir="ltr">Em 2014, o plano é dar continuidade aos trabalhos, expandi-los e construir cada vez mais em torno da Cultura Digital. Por isso, o Lab abre uma consulta pública para coleta de contribuições, opiniões e idéias sobre os rumos do projeto em 2014. Em nosso site, por meio do Delibera, ferramenta de discussões e decisões online, estamos com duas pautas abertas com as quais gostaríamos que vocês contribuíssem.</p>
<p dir="ltr">As provocações são relativas aos<a href="/pauta/desafios-da-cultura-digital-em-2014/" target="_blank"> desafios da Cultura Digital em 2014 e as prioridades para o Lab</a>, assim como uma <a href="/pauta/o-lab-e-sua-contribuicao-para-a-cultura-digital/" target="_blank">avaliação sobre as ações desenvolvidas em 2013</a>.  Para contribuir, basta entrar na página: <a href="/pauta/" target="_blank">https://labculturadigital.org/pauta/</a> e realizar o cadastro (super rápido).</p>
<p dir="ltr">Esperamos a contribuição de todos os parceiros e interessados no tema para que possamos seguir fazendo ainda melhor pela Cultura Digital em 2014. A consulta fica aberta até segunda-feira, dia 17/02.</p>
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		<title>Corais: plataforma livre para criação colaborativa de projetos</title>
		<link>https://labculturadigital.org/2014/01/30/corais-plataforma-livre-para-criacao-colaborativa-de-projetos/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Jan 2014 18:11:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thiago Lavado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[corais]]></category>
		<category><![CDATA[creative commons]]></category>
		<category><![CDATA[plataforma]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Corais é uma plataforma feita em tecnologias livres para a construção colaborativa de projetos online. Diferente de qualquer outra plataforma do tipo existente, o Corais conta com uma série de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a title="Corais" href="http://corais.org/" target="_blank">Corais</a> é uma plataforma feita em tecnologias livres para a construção colaborativa de projetos online. Diferente de qualquer outra plataforma do tipo existente, o Corais conta com uma série de recursos e ferramentas que auxiliam os usuários na construção de seus projetos. Além disso, deixa, voluntariamente, uma trilha de conhecimentos que pode ser acessada futuramente por interessados e pelos entusiastas da plataforma. À semelhança de um coral, que oferece estrutura para diferentes formas de vida marinha, a plataforma Corais pretende o mesmo: criar uma grande rede de produtores colaborativos através das ferramentas e das tecnologias disponibilizadas.</p>
<p dir="ltr">O Laboratório de Cultura Digital conversou com o atual coordenador do projeto,  Frederick van Amstel, sobre a plataforma e a suas diversas possibilidades. Frederick é formado em Jornalismo e mestre em tecnologia. Atualmente vive na Holanda, onde realiza pesquisa de doutorado sobre design participativo na Universidade de Twente.</p>
<p><a href="/files/2014/01/frederickvanamstel.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-7458" alt="Frederick Van Amstel" src="/files/2014/01/frederickvanamstel-1024x681.jpg" width="648" height="430" /></a></p>
<p dir="ltr"><strong>Como foi a concepção do Corais?</strong></p>
<p dir="ltr"><strong></strong><span style="font-size: 1em;line-height: 1.625em">O Instituto Faber-Ludens vinha desenvolvendo projetos abertos em seu website desde 2007. Qualquer pessoa podia acessar os resultados e até participar dos projetos. Graças à essa estrutura, nossos pesquisadores e alunos conseguiam trabalhar colaborativamente mesmo estando espalhados pelos quatro cantos do país. Pensando que isso poderia ser útil para outras instituições a gente criou a Plataforma Corais em 2011.</span></p>
<p dir="ltr"><strong>Quais são os conceitos por trás da plataforma?</strong></p>
<p dir="ltr"><strong></strong>O objetivo do Corais é fornecer uma estrutura propícia para a proliferação de diferentes formas de vida. Cada projeto hospedado é considerado vivo enquanto as pessoas colaboram. Quando se torna inativo e morre, os rastros deixados pela colaboração, ou seja, as discussões e documentos gerados, podem ser usados por novos projetos. Essa dinâmica de colaboração é análoga aos recifes de corais, que usam estruturas mortas como base para seu desenvolvimento. Nós implementamos várias outras dinâmicas inspiradas no design da natureza com o intuito de pensar a colaboração como um ecossistema vivo.</p>
<p dir="ltr"><strong>Que tipos de projetos podem ser geridos através da Corais?</strong></p>
<p dir="ltr"><strong></strong>A Plataforma Corais permite que projetos aconteçam mesmo que as pessoas envolvidas não possam se encontrar pessoalmente e mesmo que não hajam recursos financeiros disponíveis. Cada pessoa participa quando pode, no seu horário livre. As tarefas podem ser geridas horizontalmente, sem que uma pessoa tenha que carregar a cruz de dizer o que precisa ser feito. Quando o projeto descobre que pode gerar valor, é possível habilitar a ferramenta de moeda social. Em suma,o Corais é feito para projetos de gestão ou fortalecimento de uma comunidade.</p>
<p><a href="/files/2014/01/corais_logo_transparente_grande.png"><img class="alignleft size-full wp-image-7459" alt="corais_logo_transparente_grande" src="/files/2014/01/corais_logo_transparente_grande.png" width="500" height="200" /></a></p>
<p dir="ltr"><strong>Como funciona essa construção colaborativa de projetos? Como saber que o que já foi construído não será apagado?</strong></p>
<p dir="ltr">A construção colaborativa depende da maneira como os participantes do projeto usam as ferramentas disponíveis. Temos projetos em que os usuários preferem colaborar por meio do texto colaborativo em tempo real, outros que preferem posts e comentários, outros que se concentram na distribuição de tarefas, e outros que trocam imagens e vídeos. Tudo depende da habilidade dos participantes em usar a ferramenta, pois a plataforma não impõe uma maneira específica de colaborar.</p>
<p dir="ltr"><em>Eu acredito muito que colaboração é um fenômeno emergente, difícil de ser colocado numa estrutura pré-definida.</em></p>
<p dir="ltr"><em></em>Os conteúdos gerados pelos projetos são licenciados em <a title="Creative Commons" href="http://creativecommons.org" target="_blank">Creative Commons </a> para poderem ser usados por outros projetos. Embora seja possível ao criador do projeto apagá-lo quando este se torna inativo, a maioria deixa-os disponíveis. A hospedagem deste conteúdo, que fica aberto para qualquer visitante, é patrocinada pela Locaweb, uma das maiores empresas do ramo na América-Latina.</p>
<p dir="ltr"><strong>Como as ferramentas disponíveis na plataforma ajudam na construção colaborativa desses projetos?</strong></p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: 1em;line-height: 1.625em">Existem várias ferramentas colaborativas no mercado, mas elas não promovem a formação de comunidades. O conteúdo fica fechado atrás de uma senha, com direitos autorais reservados pela empresa que oferece a ferramenta. Ninguém pode descobrir esse conteúdo e se tornar eventualmente um colaborador.</span></p>
<p dir="ltr">A Plataforma Corais é um espaço comum para desenvolvimento de projetos colaborativos. É possível conhecer novas pessoas e se valer da experiência delas. Além disso, como o código-fonte é livre, novas ferramentas são desenvolvidas constantemente.</p>
<p dir="ltr">Atualmente não existe nenhuma outra plataforma que ofereça o mesmo mix de ferramentas que a Corais: blog, moeda social, cursos à distância, gestor de tarefas, chat, calendário, e muito mais, tudo integrado!</p>
<p dir="ltr"><strong>Uma das propostas do Corais gira em torno do conhecimento e aprendizado livres. Como a plataforma dá vazão a estas idéias?</strong></p>
<p dir="ltr"><strong></strong>Além do ambiente para projetos, o Corais oferece uma árvore de conhecimentos generalizados, passíveis de serem aplicados em qualquer projeto. Esta árvore conecta-se com os projetos no momento em que uma tarefa é adicionada. Ela pode incluir um link para a página do conhecimento generalizado que dá base para a execução da tarefa. A vantagem é que se pode consultar esta árvore enquanto se executa a tarefa e pode-se descobrir novos conhecimentos, inclusive, verificando as tarefas associadas a eles em outros projetos.</p>
<p dir="ltr">A árvore do conhecimento também pode ser usada para a criação de cursos à distância e material didático, como os cartões de planejamento <a title="UX Cards" href="www.uxcards.org" target="_blank">UXCards</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong>Como funciona a questão do design livre?</strong></p>
<p dir="ltr"><strong></strong>O design livre é a filosofia por trás disso tudo. No <a title="Design Livre" href="http://designlivre.org/download/" target="_blank">livro de mesmo nome</a> a gente propôs as seguintes liberdades fundamentais, inspiradas nas liberdades do software livre:</p>
<ol>
<li><span style="font-size: 1em;line-height: 1.625em">A liberdade de aprender a usar. Independente de um uso proposto ou esperado no projeto aberto que for consultado.</span></li>
<li><span style="font-size: 1em;line-height: 1.625em">A liberdade de estudar e reproduzir o processo que gerou o produto. Consultar a documentação das decisões de design, os arquivos-fonte.</span></li>
<li><span style="font-size: 1em;line-height: 1.625em">A liberdade de colaborar com o processo, inclusive modificando o mesmo. Alterar qualquer parte de um processo.</span></li>
<li><span style="font-size: 1em;line-height: 1.625em">A liberdade de aprender a fazer. E produzir e reproduzir.</span></li>
</ol>
<p>Essas liberdades se tornam relevantes quando os projetos são desenvolvidos em público, para o público. A gente vê tanta coisa ao nosso redor que foi projetada e que não tivemos oportunidade de interferir no processo de produção. Porém, temos sempre a possibilidade de recomeçar esse processo à partir dos recursos que temos à mão fazendo hacks, gambiarras, usos criativos. A Plataforma Corais demonstra que essa continuidade infinita e indeterminada de projetos pode ser legalizada e estimulada, apresentando resultados práticos e inovadores.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Marcha de Abertura do FST 2014 em imagens</title>
		<link>https://labculturadigital.org/2014/01/24/marcha-de-abertura-do-fst-2014-em-imagens/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Jan 2014 17:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rachel Callai Bragatto]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[FST]]></category>
		<category><![CDATA[marcha abertura]]></category>
		<category><![CDATA[mídia livre]]></category>
		<category><![CDATA[outro mundo é possível]]></category>
		<category><![CDATA[porto alegre]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Michele Torinelli. Confira algumas imagens da marcha de abertura do Fórum Social Temático, em Porto Alegre. O evento segue até domingo (26). A programação completa está disponível aqui. &#160; [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Michele Torinelli.</p>
<p>Confira algumas imagens da marcha de abertura do Fórum Social Temático, em Porto Alegre. O evento segue até domingo (26). A programação completa está disponível <a href="http://www.forumsocialportoalegre.org.br/index.php?link=23" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><a href="/files/2014/01/1.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-7441" alt="1" src="/files/2014/01/1-680x1024.jpg" width="648" height="975" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<dl class="wp-caption alignleft" id="attachment_7442" style="width: 658px">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="/files/2014/01/2.jpg"><img class="size-large wp-image-7442" alt="Bloco de Luta pelo Transporte Público" src="/files/2014/01/2-1024x680.jpg" width="648" height="430" /></a></dt>
</dl>
<dl class="wp-caption alignleft" id="attachment_7442" style="width: 658px">
<dd class="wp-caption-dd">Bloco de Luta pelo Transporte Público</dd>
</dl>
<p> <a href="/files/2014/01/3.jpg"><img class="size-large wp-image-7443" alt="Paz" src="/files/2014/01/3-1024x680.jpg" width="648" height="430" /></a></p>
<dl class="wp-caption alignleft" id="attachment_7443" style="width: 658px">
<dd class="wp-caption-dd">Paz</dd>
</dl>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/files/2014/01/4.jpg"><img class="size-large wp-image-7444" alt="Diversidade" src="/files/2014/01/4-1024x680.jpg" width="648" height="430" /></a></p>
<dl class="wp-caption alignleft" id="attachment_7444" style="width: 658px">
<dd class="wp-caption-dd">Diversidade</dd>
</dl>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/files/2014/01/5.jpg"><img class="size-large wp-image-7445" alt="Cultura popular" src="/files/2014/01/5-680x1024.jpg" width="648" height="975" /></a></p>
<dl class="wp-caption alignleft" id="attachment_7445" style="width: 658px">
<dd class="wp-caption-dd">Cultura popular</dd>
</dl>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/files/2014/01/7.jpg"><img class="size-large wp-image-7446" alt="Trabalhadores" src="/files/2014/01/7-1024x680.jpg" width="648" height="430" /></a></p>
<dl class="wp-caption alignleft" id="attachment_7446" style="width: 658px">
<dd class="wp-caption-dd">Trabalhadores</dd>
</dl>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_7447" style="width: 658px" class="wp-caption alignleft"><a href="/files/2014/01/9.jpg"><img class="size-large wp-image-7447" alt="Educadores" src="/files/2014/01/9-1024x680.jpg" width="648" height="430" /></a><p class="wp-caption-text">Educadores</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_7448" style="width: 658px" class="wp-caption alignleft"><a href="/files/2014/01/10.jpg"><img class="size-large wp-image-7448" alt="Latinoamérica" src="/files/2014/01/10-680x1024.jpg" width="648" height="975" /></a><p class="wp-caption-text">Latinoamérica<span style="font-size: 1em;line-height: 1.625em"> </span></p></div>
<p><a href="/files/2014/01/11.jpg"><img class="size-large wp-image-7449" alt="Cultura digital" src="/files/2014/01/11-680x1024.jpg" width="648" height="975" /></a></p>
<dl class="wp-caption alignleft" id="attachment_7449" style="width: 658px">
<dd class="wp-caption-dd">Cultura digital</dd>
</dl>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/files/2014/01/12.jpg"><img class="size-large wp-image-7450" alt="Alegria" src="/files/2014/01/12-680x1024.jpg" width="648" height="975" /></a></p>
<dl class="wp-caption alignleft" id="attachment_7450" style="width: 658px">
<dd class="wp-caption-dd">Alegria</dd>
</dl>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Presenças: midialivristas por um outro mundo possível</title>
		<link>https://labculturadigital.org/2014/01/23/presencas-midialivristas-por-um-outro-mundo-possivel/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Jan 2014 18:59:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vinícius Torresan]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Mundial Mídia Livre]]></category>
		<category><![CDATA[mídia livre]]></category>
		<category><![CDATA[midialivristas]]></category>

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		<description><![CDATA[Exposição homenageia midialivristas que tombaram na luta por liberdade e justiça social]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7420" style="width: 658px" class="wp-caption alignnone"><a href="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.2.jpg"><img class="size-large wp-image-7420" alt="michele.torinelli.expo.midialivristas.2" src="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.2-1024x680.jpg" width="648" height="430" /></a><p class="wp-caption-text">Presenças estará em exposição na Usina do Gasômetro até o dia 26.</p></div>
<p>Inauguração da exposição <i>Presenças</i> abre o seminário internacional do <a href="http://www.fmml.net/spip.php" target="_blank" rel="external">Fórum Mundial de Mídia Livre</a>, em Porto Alegre (RS). A exposição, produzida colaborativamente pela Ciranda Internacional de Comunicação Compartilhada, homenageia ativistas da mídia livre e defensores/as da liberdade de expressão de diversos países que tombaram na luta por outra comunicação, para um outro mundo possível. <i>Presenças</i> já foi exibida na Tunísia durante o Fórum Social Mundial de 2013 e agora volta ao Brasil. &#8220;Mais uma vez, um momento emocionante&#8221;, disse Bia Barbosa, integrante do Intervozes.</p>
<div id="attachment_7421" style="width: 658px" class="wp-caption alignnone"><a href="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.1.jpg"><img class="size-large wp-image-7421" alt="michele.torinelli.expo.midialivristas.1" src="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.1-1024x680.jpg" width="648" height="430" /></a><p class="wp-caption-text">Rita Freire e Elenara Iabel Barbosa entregam a exposição à Mauri Cruz, que recebe em nome do Memorial do FSM</p></div>
<p>Os paineis foram doados para o Memorial do Fórum Social Mundial e podem ser vistos na Usina do Gasômetro até dia 26. Inusitadamente, eles estão dispostos no chão, rodeados de flores de agradecimento e esperança, numa &#8220;analogia à forma como as histórias dessas pessoas devem chegar, devem ser recebidas, em geral, por quem entra em contato com elas, porque é o tipo de fato que exige, pensando em como deveria ser, uma pausa, um momento, uma atenção e, por fim uma análise e uma reflexão. É preciso o fato impresso e concreto, no meio do caminho &#8211; literalmente &#8211; para que a pausa, a atenção e a reflexão, existam&#8221;, acredita Inaê Iabel Barbosa.</p>
<p><a href="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.11.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-7422" alt="michele.torinelli.expo.midialivristas.11" src="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.11-1024x680.jpg" width="648" height="430" /></a></p>
<p>&#8220;Essa exposição sempre emociona. Conta a história de gente com quem aprendemos a fazer a caminhada pela mídia livre. A entrega está sendo feita ao Memorial do FSM em Porto Alegre para que as histórias de construção de outro mundo possível e da conquista de outra comunicação necessária sejam contadas juntas a quem for chegando para mudar e melhorar tudo outra vez&#8221;, explica Rita Freire, da Ciranda Internacional de Comunicação Compartilhada. A exposição, inaugurada em Porto Alegre nesta quarta (22), foi recebida por Mauri Cruz, integrante do Conselho Internacional do FSM, e será incorporada ao acervo do Memorial do FSM.</p>
<p>Confira um <i>teaser fotográfico</i> da exposição:</p>
<p><a href="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.3.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-7423" alt="michele.torinelli.expo.midialivristas.3" src="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.3-1024x680.jpg" width="648" height="430" /></a></p>
<p><a href="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.4.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-7424" alt="michele.torinelli.expo.midialivristas.4" src="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.4-1024x680.jpg" width="648" height="430" /></a></p>
<p><a href="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.5.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-7425" alt="michele.torinelli.expo.midialivristas.5" src="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.5-1024x680.jpg" width="648" height="430" /></a></p>
<p><a href="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.6.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-7426" alt="michele.torinelli.expo.midialivristas.6" src="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.6-1024x680.jpg" width="648" height="430" /></a></p>
<p><a href="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.7.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-7427" alt="michele.torinelli.expo.midialivristas.7" src="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.7-1024x680.jpg" width="648" height="430" /></a></p>
<p><a href="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.8.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-7428" alt="michele.torinelli.expo.midialivristas.8" src="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.8-680x1024.jpg" width="648" height="975" /></a></p>
<p><a href="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.9.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-7429" alt="michele.torinelli.expo.midialivristas.9" src="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.9-1024x680.jpg" width="648" height="430" /></a></p>
<p><a href="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.10.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-7430" alt="michele.torinelli.expo.midialivristas.10" src="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.10-1024x680.jpg" width="648" height="430" /></a></p>
<p><a href="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.12.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-7431" alt="michele.torinelli.expo.midialivristas.12" src="/files/2014/01/michele.torinelli.expo_.midialivristas.12-1024x680.jpg" width="648" height="430" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 1em;line-height: 1.625em">Matéria publicada originalmente </span><a style="font-size: 1em;line-height: 1.625em" href="http://www.ciranda.net/article7390.html?lang=pt_br" target="_blank">aqui</a><span style="font-size: 1em;line-height: 1.625em">.</span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Fórum de Educação Popular convida redes para construir sua próxima edição internacional</title>
		<link>https://labculturadigital.org/2014/01/22/forum-de-educacao-popular-convida-redes-para-construir-sua-proxima-edicao-internacional/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Jan 2014 20:15:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rachel Callai Bragatto]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[educação popular; Frepop; FST; Paulo Freire; Delibera]]></category>

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		<description><![CDATA[Ciranda de Mobilização para o XI FREPOP –VIII Internacional aconteceu em Canoas (RS) durante o Fórum Mundial de Educação Realizado em Lins (SP) em todas as suas edições anteriores, o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 1em;line-height: 1.625em">Ciranda de Mobilização para o XI FREPOP –VIII Internacional aconteceu em Canoas (RS) durante o Fórum Mundial de Educação</span></p>
<p>Realizado em Lins (SP) em todas as suas edições anteriores, o FREPOP propõe-se a mudar de local e de dinâmica organizativa na sua XI edição. O Fórum sempre foi organizado por uma coordenação formal, juridicamente instituída, e a prefeitura de Lins fornecia estrutura para o encontro, que costumava contar com cerca de 400 participantes. Nos últimos fóruns surgiu uma vontade de torná-lo itinerante e mais participativo, desde sua concepção até sua realização. A nova proposta é realizá-lo em Lagarto, no interior de Sergipe, convidar diversas redes que atuam com educação popular para organizar o evento e, possivelmente, ampliar a quantidade de participantes. Para isso, definiu-se realizar rodas de conversa na cinco regiões do país como atividades preparatórias.</p>
<p><span style="font-size: 1em;line-height: 1.625em">A Ciranda de Mobilização da região Sul para a próxima edição do FREPOP ocorreu na terça (21) em Canoas (RS) durante o Fórum Mundial de Educação, que integra o <a href="http://www.forumsocialportoalegre.org.br/index.php?link=3" target="_blank">Fórum Social Temático 2014</a>. Participaram da atividade, além de redes que atuam especificamente com o tema, outras ligadas à saúde, agricultura familiar, integração latino-americana, movimentos sociais e cultura digital que têm a educação popular como tema transversal.</span></p>
<p>O <a href="http://www.frepop.org.br/objetivos-do-xi-frepop-viii-internacional/" target="_blank">FREPOP</a> se apresenta como um espaço no qual se pode experimentar a humanidade, o cuidado com o outro, nossas crenças e fé no gênero humano, assim como o compromisso de oferecer à sociedade uma perspectiva distinta, por meio da qual um outro mundo seja possível.</p>
<p><strong>Diálogo e participação para uma educação emancipatória</strong></p>
<div id="attachment_7408" style="width: 371px" class="wp-caption alignleft"><a href="/files/2014/01/michele.torinelli.frepop.1.jpg"><img class=" wp-image-7408    " alt="michele.torinelli.frepop.1" src="/files/2014/01/michele.torinelli.frepop.1.jpg" width="361" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Márcio Cruz convoca redes para colaborar na organização da XI edição do Fórum</p></div>
<p>A proposta do FREPOP é integrar redes de movimentos de diferentes áreas em prol da educação popular. “É pertinente que todas as redes populares organizem o Fórum?”, provocou Márcio Cruz, presidente da instituição que produziu o Fórum nas edições anteriores. Simone Leite, militante do Movimento Social de Saúde e da Articulação Nacional de Movimentos e Práticas de Educação Popular (ANEPS) e articuladora do Fórum em Lagarto acredita que sim, e que é preciso envolver a juventude no processo. “É hora de aproveitar esse momento que vive o Brasil – desde junho com as manifestações, agora com os rolezinhos – e dialogar com o jovem, pensar outras dinâmicas e metodologias” defende.</p>
<div id="attachment_7409" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="/files/2014/01/michele.torinelli.frepop.2-1.jpg"><img class="wp-image-7409 " alt="michele.torinelli.frepop.2 (1)" src="/files/2014/01/michele.torinelli.frepop.2-1-300x199.jpg" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Simone Leite, articuladora da próxima edição do FREPOP em Lagarto (SE), destacou a importância do diálogo com as culturas locais</p></div>
<p>Simone também destaca a questão da cultura local em Sergipe. “Como a gente pode dialogar com eles? Não pode ser animação, chamar um grupo cultural e pronto. É preciso debater com eles como a cultura pode contribuir com um outro mundo possível, e com uma outra educação possível. Vai ser um aprendizado muito rico de como a gente pode construir coletivamente”, acredita. Além do diálogo com a cultura popular e com a juventude, outra abordagem proposta foi a integração latino-americana. “O Brasil se exclui, é preciso buscar esse diálogo”, disse João Carlos Werlang, integrante da Centro de Assessoria Multiprofissional (CAMP), que propõe que o Fórum seja um espaço permanente de construção coletiva e articulação.</p>
<p>Além das possibilidades de interfaces com outros temas, alguns pontos críticos foram levantados. Para Marcelo Farah, da Rede de Educação Cidadã (RECID), somente se pode falar de educação popular quando visa a mudança social, numa perspectiva anti-capitalista. Outra preocupação, indicada por Mônica de Ávila Todaro, organizadora do Frepop, é o desvelamento de iniciativas autoritárias travestidas de educação popular, que se dizem inspiradas na metodologia de Paulo Freire, mas que muitas vezes se adequam mais ao conceito de educação bancária denunciado pelo educador. “Pra gente dizer o que é educação popular, a gente precisa saber o que não é educação popular”, avalia. Mônica acredita que a educação popular ensina muito mais que a formal, por dialogar com o presente, com a realidade, e não estar sempre pensando num futuro abstrato e mercadológico – num diploma, numa carreira.</p>
<p><strong>Perspectivas</strong></p>
<p><strong><a href="/files/2014/01/michele.torinelli.frepop.3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7410" alt="michele.torinelli.frepop.3" src="/files/2014/01/michele.torinelli.frepop.3-300x199.jpg" width="300" height="199" /></a></strong>Ao fim da atividade, optou-se por dar continuidade à organização do FREPOP por meio de Cirandas nas demais quatro regiões do país e aderir ao <a href="/2013/10/30/oficinas-mostram-os-mapas-culturais-e-a-ferramenta-delibera/" target="_blank">Delibera</a>, uma ferramenta digital de deliberação desenvolvida em software livre para facilitar processos colaborativos. A organização do Fórum continua aberta: iniciativas que dialogam com a proposta são convidadas a se somar.</p>
<p>Acompanhe o processo organizativo do <a href="www.frepop.org.br" target="_blank">FREPOP</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Balanço e perspectivas da atuação do Lab na cultura digital</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jan 2014 20:03:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vinícius Torresan]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclos de Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[cultura digital]]></category>
		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Lab de cultura digital]]></category>
		<category><![CDATA[pontos de cultura]]></category>
		<category><![CDATA[rede livre]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Cultura e democracia digitais, conhecimentos livres e empoderamento. Nos últimos três meses de 2013, essa foi a tônica do intenso trabalho desenvolvido pelo Laboratório de Cultura Digital. Nesse período, 276 [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Cultura e democracia digitais, conhecimentos livres e empoderamento. Nos últimos três meses de 2013, essa foi a tônica do intenso trabalho desenvolvido pelo Laboratório de Cultura Digital. Nesse período, 276 organizações culturais da sociedade civil participaram dos espaços ou foram de alguma forma envolvidas nos trabalhos do Lab. As 21 atividades das quais o Laboratório participou ou promoveu (dentre elas oficinas, conferências, encontros, congressos, fóruns e teias) atingiram 513 pessoas presencialmente, sem contar as que acompanharam esses encontros virtualmente.</p>
<p dir="ltr">O desenvolvimento de tecnologias deu prioridade ao aprimoramento da plataforma Rede Livre otimizando a infraestrutura de servidores e facilitando a apropriação dos desenvolvedores. A comunicação entre todos os envolvidos no desenvolvimento se dá por meio da plataforma de discussão <a title="dev.redelivre.org.br" href="http://dev.redelivre.org.br" target="_blank">dev.redelivre.org.br</a>.</p>
<div id="attachment_7282" style="width: 586px" class="wp-caption alignnone"><a href="/files/2013/12/unnamed2.jpg"><img class=" wp-image-7282" alt="unnamed2" src="/files/2013/12/unnamed2.jpg" width="576" height="576" /></a><p class="wp-caption-text">Ciclo de Cultura Digital em Natal durante a Teia Potiguar</p></div>
<p dir="ltr">Os Ciclos de Cultura Digital, que passaram por 11 cidades do Brasil e da América Latina, foram importantes momentos de diálogo com as organizações e Pontos de Cultura interessados na Rede Livre. A coleta de sugestões nesses espaços alavancou o processo de adequação da plataforma às necessidades dos usuários.</p>
<p dir="ltr">“Não nos limitamos a executar o que estava como objeto definido pelo convênio. Fizemos mais que o dobro de oficinas que tínhamos assumido, conseguimos entregar mais ferramentas e tecnologias em software livre do que havíamos nos comprometido. Não nos limitamos a fazer o trivial”, aponta o coordenador de Cultura Digital do Lab, João Paulo Mehl.</p>
<p dir="ltr">Para ele, o contato direto  com vários tipos de manifestações culturais, dos quilombolas aos grupos teatrais, foi de intenso aprendizado. “Foi bom para entendermos que cada tipo de organização tem suas características e pontos específicos, compreendendo que a cultura digital só se faz com o movimento de base”, enfatiza.</p>
<p><strong>Mobilização em torno da Rede Livre</strong></p>
<p dir="ltr">Esse processo de mobilização ampliou o acesso de Pontos e organizações à Rede Live. São 350 usuários cadastrados e 146 projetos iniciados na plataforma. O Quilombo do Sopapo, Ponto de Cultura do Rio Grande do Sul, é uma das entidades que está desenvolvendo sua página por meio da Rede Livre. Para Leandro Anton, do Quilombo,  o processo de desenvolvimento é recente e ainda não há resultados concretos, mas a iniciativa é animadora principalmente em relação à plataforma Delibera. “Temos muita expectativa por causa da necessidade de participação à distância. Às vezes é preciso debater um ponto específico, mas que requer a participação de todos. O Delibera seria uma oportunidade de organização de redes, que estão buscando maneiras horizontais para trabalhar”, aponta.</p>
<div id="attachment_6487" style="width: 624px" class="wp-caption alignnone"><a href="/files/2013/11/1395000_10202551310889806_1703141421_n.jpg"><img class=" wp-image-6487" alt="Vivência da Cultura Digital" src="/files/2013/11/1395000_10202551310889806_1703141421_n.jpg" width="614" height="314" /></a><p class="wp-caption-text">Primeira Vivência de Cultura Digital realizada em Curitiba</p></div>
<p dir="ltr">Além dos Ciclos de Cultura Digital, das Teias, Fóruns e Encontros, o Laboratório também promoveu Vivências de Cultura Digital em Curitiba. Integrantes de organizações e Pontos de Cultura conheceram mais profundamente e sanaram dúvidas sobre a plataforma nesses dias de imersão. Márcio Conceição da Silva é integrante do Pontão de Cultura Grãos de Luz e Griô e participou da primeira vivência realizada. Para ele, o principal ponto positivo do Lab é a disponibilização de formas colaborativas de produção. “Algumas iniciativas, como o Griô, às vezes não têm oportunidade de veicular as produções, os projetos”. Durante a residência, Márcio tirou dúvidas sobre o design do site.</p>
<p dir="ltr">Outra importante participação do Lab foi na Teia Potiguar, que aconteceu em Natal em dezembro. A cidade será sede da Teia Nacional em maio, uma grande oportunidade de integração entre os Pontos de Cultura. De acordo com Teotônio Roque, membro da Comissão Nacional de Pontos de Cultura e organizador do evento, é grande a expectativa para o encontro. “Espero que 2014 seja a Copa da Cultura no país. Acredito que essa Copa deixará um melhor legado para o Brasil”, brinca.</p>
<p dir="ltr">As atividades do Laboratório de Cultura Digital serviram também de espaço para discussão e balanço dos dez anos de políticas de cultura digital no país, principalmente as ligadas ao Programa Cultura Viva e aos Pontos de Cultura. Alexandre Santini, do Laboratório de Políticas Culturais do Rio de Janeiro, aponta que o papel da cultura digital atualmente é muito distinto do que era há dez anos, quando a questão digital se restringia aos estudiosos e iniciados na área. “Hoje, o Lab cumpre o papel fundamental de ser uma espécie de repositório do que foi produzido na última década, de organizar e sistematizar plataformas, conteúdos que, de certa forma, ainda necessitam de uma narrativa”, ressalta. Para ele, o Lab tem condições técnicas e políticas de potencializar esse debate, uma vez que a equipe sempre esteve vinculada com esse processo.</p>
<p dir="ltr"><strong>O que 2014 reserva para a Cultura Digital</strong></p>
<p dir="ltr">Para João Paulo Mehl, os próximos esforços devem estar voltados à perspectiva de promover encontros de conhecimentos livres, para que a experiência do Lab em parceria com a UFPR possa chegar a outras universidades. Além disso, Mehl aponta a importância de ações que garantam mais autonomia tecnológica aos Pontos de Cultura. “Vejo que a partir dessa avaliação, temos uma continuidade das ações não só do desenvolvimento de tecnologias, mas também de integração de plataformas. Na perspectiva das Redes Federadas, temos que investir esforços para integrar as diversas plataformas que os pontos utilizam”, sinaliza.</p>
<p dir="ltr">Leandro Anton compartilha o mesmo entusiasmo quanto à utilização da Rede Livre para a integração dos Pontos de Cultura do Rio Grande do Sul. Existe a previsão de que agentes culturais gaúchos venham a Curitiba para mais uma Vivência de Cultura Digital. “O contato com o Lab foi muito bom. A perspectiva é boa e estamos animados. Essa relação abre espaço para criação de uma rede regional porque está disponível para outras redes”, afirma.</p>
<p dir="ltr">Para Alexandre Santini, os desafios são muitos, a exemplo da Teia Nacional e da aprovação da Lei Cultura Viva. Nesse cenário, a atuação do Lab é uma ferramenta importante. “Em todos esses eventos, o Lab se coloca como mais um instrumento de comunicação e distribuição de informações”, pontua.</p>
<p>As perspectivas para 2014 são de continuidade do trabalho de empoderamento das organizações e dos Pontos de Cultura, de desenvolvimento de softwares e conhecimentos livres e de integração entre os agentes culturais de todo o Brasil. Nas palavras de Teotônio, “o trabalho do Laboratório de Cultura Digital tem tudo para fazer com que a Cultura Viva fique cada vez mais viva”.</p>
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